E como nós estamos juntos,
Os momentos só meus tornam-se nossos
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Acordes mal feitos e dedilhados turvos, faço melodia de tal calmaria desconhecida. (Publicado com o Instagram)
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Acordes mal feitos e dedilhados turvos, faço melodia de tal calmaria desconhecida. (Publicado com o Instagram)


Para mim não precisa mentir, pois sei que a ti também falta aquilo que ainda não se foi possível provar daquela coisa tão boa que tantos falam a respeito, mas poucos realmente sabem como é. Tanta vontade de sentir, de provar, de saciar esse desejo que tanto consume – e que sabemos que nunca se pode ser saciável, pois quando mais se prova mais se quer.
Eu espero que minha vez junto a ti chegue logo , que não seja muito distante e muito menos passageira, pois quero aproveitar cada segundo que eu puder e sentir ao máximo o que isso irá me permitir.
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Para mim não precisa mentir, pois sei que a ti também falta aquilo que ainda não se foi possível provar daquela coisa tão boa que tantos falam a respeito, mas poucos realmente sabem como é. Tanta vontade de sentir, de provar, de saciar esse desejo que tanto consume – e que sabemos que nunca se pode ser saciável, pois quando mais se prova mais se quer.

Eu espero que minha vez junto a ti chegue logo , que não seja muito distante e muito menos passageira, pois quero aproveitar cada segundo que eu puder e sentir ao máximo o que isso irá me permitir.

1:14 da madrugada.  Domingo. Não consigo dormir. Não por falta de sono, sim por excesso de pensamentos.  “Ando por aí querendo te encontrar/ em cada esquina paro em cada olhar/ deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar…”  Cássia Eller faz melodia para minha solidão. 1:21, será que … esta pensando em mim?  Mas que porra, essas lágrimas. Prometi, não lembro quando, um dia desses, o que importa é a promessa, prometi que não iria mais chorar… mas é que quebrar promessas – apenas as que faço a mim – é uma das minhas ocupações agora. Acho que perdi minha voz, digo, literalmente, perdi a voz, sinto minha garganta refletindo meus feitos, mal feitos desta noite. Meu corpo dói, tudo dói… Tudo aquilo de sentimentos e blábláblá também dói, mas estou sem paciência para descrever essas dores, minhas pálpebras querem adormecer, eu preciso de descanso, mas a confusão se sobrepõe ao sono, sei que não irei adormecer tão breve… Mas e isso agora? Não entendo. Não fiquem curiosos, “isso” que digo é meu segredinho, não conto meus segredos, mentira, a verdade é que preciso de alguém pra quem contar tudo “isso”, essa confusão, mas alguém que não me venha com julgamentos, alguém que compreenda que, são sentimentos sabe? As vezes eles são impossíveis, incompreensíveis, ridículos… mas são sentimentos, eu não os controlo, apenas os sinto… mas não sei se teria coragem - apesar da necessidade - de falar tudo. 1:45, James Morrison canta uma melodia leve, calminha, que me faz chorar mais, nem lembro a tradução desta musica, e meu inglês é muito limitado, então não compreendo, apenas choro… me sinto tão ridícula, se … soubesse disso aposto que riria da minha cara… mas será que é possível? Nós? Um abraço aconchegante, como naquele sonho… Foi tão bom, tão real, me fez acordar num sobressalto no meio da madrugada, com as mãos suando e o coração acelerado, foi como se… o sonho fosse nosso, não apenas meu… Mas isso é apenas invenção da minha cabeça avoada. Será? 
Não sei porque estou publicando estas lorotas… (08/04/2012)
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1:14 da madrugada.  Domingo. Não consigo dormir. Não por falta de sono, sim por excesso de pensamentos.  “Ando por aí querendo te encontrar/ em cada esquina paro em cada olhar/ deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar…”  Cássia Eller faz melodia para minha solidão. 1:21, será que … esta pensando em mim?  Mas que porra, essas lágrimas. Prometi, não lembro quando, um dia desses, o que importa é a promessa, prometi que não iria mais chorar… mas é que quebrar promessas – apenas as que faço a mim – é uma das minhas ocupações agora. Acho que perdi minha voz, digo, literalmente, perdi a voz, sinto minha garganta refletindo meus feitos, mal feitos desta noite. Meu corpo dói, tudo dói… Tudo aquilo de sentimentos e blábláblá também dói, mas estou sem paciência para descrever essas dores, minhas pálpebras querem adormecer, eu preciso de descanso, mas a confusão se sobrepõe ao sono, sei que não irei adormecer tão breve… Mas e isso agora? Não entendo. Não fiquem curiosos, “isso” que digo é meu segredinho, não conto meus segredos, mentira, a verdade é que preciso de alguém pra quem contar tudo “isso”, essa confusão, mas alguém que não me venha com julgamentos, alguém que compreenda que, são sentimentos sabe? As vezes eles são impossíveis, incompreensíveis, ridículos… mas são sentimentos, eu não os controlo, apenas os sinto… mas não sei se teria coragem - apesar da necessidade - de falar tudo. 1:45, James Morrison canta uma melodia leve, calminha, que me faz chorar mais, nem lembro a tradução desta musica, e meu inglês é muito limitado, então não compreendo, apenas choro… me sinto tão ridícula, se … soubesse disso aposto que riria da minha cara… mas será que é possível? Nós? Um abraço aconchegante, como naquele sonho… Foi tão bom, tão real, me fez acordar num sobressalto no meio da madrugada, com as mãos suando e o coração acelerado, foi como se… o sonho fosse nosso, não apenas meu… Mas isso é apenas invenção da minha cabeça avoada. Será? 

Não sei porque estou publicando estas lorotas… (08/04/2012)

Talvez escrever seja meu único refugio, me desabar nesse abismo de dores e me acabar em lagrimas já não são o que eu pretendo pra o resto dos meus dias. Ando carente demais e as coisas estão mudando repentinamente, já não sei dizer o que exatamente, mais não só eu como você também percebe que eu sei. Nunca me encontrei nessa situação, a sensibilidade esta venerando no meu peito, machucando arrancando pedaço.
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Talvez escrever seja meu único refugio, me desabar nesse abismo de dores e me acabar em lagrimas já não são o que eu pretendo pra o resto dos meus dias. Ando carente demais e as coisas estão mudando repentinamente, já não sei dizer o que exatamente, mais não só eu como você também percebe que eu sei. Nunca me encontrei nessa situação, a sensibilidade esta venerando no meu peito, machucando arrancando pedaço.

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Chuva não cessa, aqui dentro de mim e lá fora, eu olho pela janela e vejo que as borboletas também sumiram, não voam mais. Estão em seus casulos, assim como eu, guardadas. Esperando a hora certa de bater as asas.
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Chuva não cessa, aqui dentro de mim e lá fora, eu olho pela janela e vejo que as borboletas também sumiram, não voam mais. Estão em seus casulos, assim como eu, guardadas. Esperando a hora certa de bater as asas.

  Aqui dentro desse quartinho de paredes lisas e chão frio, eu peco. Ao não ter tuas mãos ao meu alcance, nem o café da manhã espichado na mesa. É nesses meio intervalos que eu também te quero. Nas horas vagas que me ponho a pensar, nos risos inconstantes que dou vejo como falta parte, na piada sem graça que teria minha risada se fosse contada por você, mas não há som. 
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  Aqui dentro desse quartinho de paredes lisas e chão frio, eu peco. Ao não ter tuas mãos ao meu alcance, nem o café da manhã espichado na mesa. É nesses meio intervalos que eu também te quero. Nas horas vagas que me ponho a pensar, nos risos inconstantes que dou vejo como falta parte, na piada sem graça que teria minha risada se fosse contada por você, mas não há som. 

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(via momentos só meus)
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(via momentos só meus)